Depressão na infância

É muito comum não se considerar que na infância pode ocorrer angústias, sentimento de frustração e a depressão. Todavia problemas  que resultando  em  um quadro de depressão ocorre tanto  na fase adulta  quanto  na infância, em geral, os sintomas que aparecem na infância difere quando o mesmo ocorre com os adultos; as causas também estão relacionadas a diferentes fatores, embora muitos estudiosos acreditem não haver um fator específico,  é possível identificar por pesquisas já realizadas que pode estar relacionado a fatores biológicos, psicológico, social e ambiental.

Dentro dos aspectos biológicos correspondem ao fator da hereditariedade. Os aspectos psicológicos geralmente se relacionam a traumas ocorridos na infância como negligência, violência doméstica, bullying, separação dos pais, morte de pessoa próxima entre outras situações. No aspecto social e ambiental, estudos revelam que um lar desestruturado ou má condição de vida podem desenvolver um quadro depressivo.

É necessário sensibilidade e atenção para identificar sinais que indicam o início de um quadro depressivo. Pode ser : Insônia, Inquietude, agressividade, nervosismo sem motivo aparente, isolamento, ausência do desejo de realizar atividades que era outrora  agradável, sentimento de culpa, baixa autoestima, medo, ansiedade, sentimento de rejeição, dificuldade na aprendizagem, pensamentos negativos, falta de empatia entre outros.

A partir do momento que houver mudanças de comportamento de forma significativa acompanhadas de alguns dos sintomas deve-se procurar acompanhamento adequado com profissional da área.

Segundo o psiquiatra Fernando Fernandes depressão e transtorno bipolar são doenças que pode ocorrer tanto no adulto quanto na infância, e que são recorrentes em 0.3% a 0,9% em pré-escolares, 2% na idade escolar e 5% em adolescentes. Hospitalizados Crianças: 20% e adolescentes: 40%.

Cada quadro de depressão deve ser acompanhado individualmente considerando as caracterizas de cada quadro.

A criança deverá ser observada, pois, em geral, ela não sabe discernir o que é angústia e depressão. É necessário sensibilidade para identificar as possíveis mudanças de forma precoce para se realizar o devido acompanhamento.

Referência Bibliográfica:

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